sábado, 14 de julho de 2012

Back in Black

Aeeeee Gurizaaaada, quanto tempo vocês não ouviam eu falando isso? Já estavam com saudades né? Aqui é o seu amigo e companheiro de rock Josh. Estou revivendo nossa querida e amada rádio. Depois de conversas com o Dexter eu resolvi recriar a rádio, porém não confirmo a presença do nosso querido apresentador Dexter. Porém deixarei recados e notícias sobre isso. Abraços

sexta-feira, 25 de março de 2011

Loucura Gaúcha II


No ano de 1995, a banda porto-alegrense Graforréia Xilarmônica, lançou o seu álbum de maior sucesso, Coisa de Louco II.
Ficou famoso por músicas como "Bagaceiro Chinelão", "Empregada" e uma das melhores canções do rock gaúcho "Amigo Punk".
Dezoito músicas compostas por Frank Jorge, ícone do rock gaúcho, e Marcelo Birck.
É um disco bom de se ouvir, músicas diferentes, algumas lentas, outras mais agitadas. Letras interessantes, e típicas do rock gaúcho, algumas vezes não da pra se entende-las. São abordados vários temas nesse álbum.
O ritmo das músicas chega até ser repetitivos, e as mudanças de ritmo bem previsíveis.


Vamos ao set list do Disco:
Primeira música é uma obra criticando o ensino no Brasil. "Literatura brasileira" além de uma letra interessante, tem mudanças de ritmo no decorrer da música. Muito interessante.

Segunda música é um sucesso desse álbum: "Bagaceiro Chinelão". A letra é bem ao estilo do rock gaúcho, interessante, contando uma história. Sinceramente não é uma das minhas preferidas, e não consigo ver um sucesso nela.

"Você foi embora" começa bem comercial, com uma guitarra sem distorção e um vocal legal. Uma letra sobre uma desilusão amorosa. Uma música boa de se ouvir.

A 4ª música é "Tive teu nome". Tem um refrão bem interessante. Essa música me lembra algo que eu não consigo lembrar.

"Grito de Tarzan" parece uma balada. Pra mim é uma das melhores músicas do disco. Tem um ritmo bom de se ouvir e um refrão interessante que da vontade de cantar junto.

Depois tem "Empregada". A letra fala sobre uma paixão pela empregada. Música boa, regravada por Wander Wildner no disco Baladas Sangrentas, que pra mim é uma versão melhor que a desse álbum.

"Minha Picardia" é uma música bem meia boca. Tem um ritmo levemente mais rápido. Letra sobre amor e refrão bem ruinzinho.

"Patê" é uma música sobre sexo e lesbianismo. Há mudanças de ritmo. O baixo bem escalado no refrão.

A música 09 é totalmente composta pelo Marcelo Birck. "Twist" é uma música que lembra rock dos anos 60. Não é uma boa música e não tem uma bela letra.

A música 10 só podia ser nota 10. "Amigo Punk". Um hino do rock gaúcho. Menciona coisas e lugares aqui do sul, principalmente de Porto Alegre, de um modo bem gaúcho. O som do violão lembra música tradicionalista gaúcha que da um ar de Rio Grande do Sul nessa OBRA PRIMA!

Aí está a Obra Prima


"Nunca diga" tem um belo ritmo. Particularmente gosto muito desse som. Tem uma letra legal e um refrão muito bom.

Pra mim o álbum poderia acabar aqui,mas ainda temos 7 músicas. A música 12 é "Hare". É uma música ruim, ao meu ver. Tem mudança de ritmo, como a maioria das músicas desse disco, mas a mudança dessa música é bem perceptível.

"Denis" começa com batidas da bateria e depois um riff na guitarra e um baixo bem escalado. Tem um refrão legalzinho, mas ainda não faz uma das melhores desse disco.

A próxima música é "Benga velha companheira". Tem um ritmo bem marcante, como a maioria das músicas. O ritmo do refrão é diferente do resto da música. Tem um início bem ruim. Não é uma música ruim. Se você gostou de outras músicas desse disco vai gostar dessa também.

"Se arrependimento matasse" tem é boa na sua maior parte, mas tem um trecho que o vocal ganha um efeito que realmente fica bem ruim.

"Eu digo 7" é música bem meia boca também. Não tem nada de novo se comparado com o resto do disco. É um ponto que fica repetitivo as coisas. A mudança de ritmo e o ritmo da guitarra.

A penúltima música é "Se você não quis", que começa com um belo riff. É uma música curta, mas boa. Das 7 últimas é a melhor.

A pra finalizar temos "Rancho" que é bem ruim. Uma letra fraca. Não sei se colocando uma música melhor nesse lugar seria melhor. Porque depois de 17 músicas, a que estivesse aqui seria repetitivo e ruim.

Em suma, é um belo disco, apesar de repetitivo. Recomendo ouvir mais pela história que ele tem e pela importância pro Rock Gaúcho. É o disco que consagrou a banda Graforréia Xilarmônica e dispontou o hino do rock gaúcho, "Amigo Punk", e o música e compositor Frank Jorge.

sábado, 23 de outubro de 2010

Estrelas do rock reunidas da nisso.

O que acontece quando junta um dos guitarristas mais influentes do mundo e musicos consagrassagrados do mundo do rock?
Bom, foi isso que o legendario guitarrista Slash quis fazer, se juntou com varios outros musicos como Dave Grohl, Flea, Ozzy Osborn, Chris Cornell e etc. O resultado foi o album "Slash an Friends".



O album recem lançado tem tudo para ser um ótimo album de rock, pois alem de juntar grandes estrelas da atualidade e de sempre o album é de uma ótima qualidade.
veja os musicos que participaram desse album.

Vocais
Alice Cooper
Chris Cornell
Cypress Hill
Fergie
Taylor Hawkins
Ian Astbury
Kid Rock
Koshi Inaba
Myles Kennedy
Lemmy
Adam Levine
Nick Oliveri
Ozzy Osbourne
Iggy Pop
Nicole Scherzinger
M. Shadows
Andrew Stockdale

Bateria e Percussão
Steven Adler
Travis Barker
Dave Grohl
Steve Ferrone

Baixo
Flea
Lemmy
Duff McKagan
Nick Oliveri

é ou não é um album de 5 estrelas
confira a musica que pra mim é a melhor do album:

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

O marco alternativo

Era 1989. A banda norte-americana, Pixies, que tinha lançado um ano antes um o álbum Surfer Rosa, lança seu 2° álbum de estúdio, Doolittle.



Doolittle é um marco na música indie mundial. Algumas de suas músicas inspiraram o maior ícone indie, alternativo e grunge de todos os tempos, Nirvana, e uma de suas músicas, Smell Like Teen Spirits.
A capa é uma obra, com um macaco com uma auréola.
É um álbum mais pesado e distorcido que o Surfer Rosa, onde tinha como semente pra esse disco a música "Where is my mind?".
Alguns dos temas tratados nesse álbum são: morte, dor, tortura, amor, assuntos religiosos, entre outros.

Considerado por muitos críticos um dos álbuns mais influentes da história do rock. Numa votação de 2003 promovida pela NME, os leitores consideraram o Doolittle como o segundo melhor álbum de sempre.

Vamos ao set list:
Começamos com o contra-baixo da Kim Deal na música "Debaser". Com seu riff clássico, música chiada, baixo mudo, e letra falando de um amor Degenerador (Debaser);
Depois temos "Tame". Com altos e baixos. Refrão de uma palavra só. Letra falando de uma garota que se comporta toda correta, toda "Tame" (Obediente).
Na terceira faixa tem "Wave of Mutilation". Baita som. Da vontade de cantar junto. O baixo bem marcado, como sempre. E como o nome sugere, a música fala sobre tortura.
"I Bleed" vem em seguida. O baixo bem marcado nas estrofes e a guitarra distorcida no refrão de uma duas palavras repetidas, se gritar. Boa música. O trecho "the holes of hands you can place a hand in hand" faz referência a Jesus Cristo. A música no seu geral faz referências também ao inferno e a morte.
"Here comes your man" vem logo após. O grande hit do álbum. Riff histórico. Música bem pop, se comparada com as outras. Uma letra bem complexa.
"Dead" é a 6ª. Baixo bem marcado no inicio com um riff distorcido ao fundo. Voz com efeito. Refrão bom. Fala sobre morte.
7ª é "Monkey Gone to Heaven". Outro baita som do álbum. Muito famoso. A letra fala de um homem que vai para o céu mesmo não sendo um bom homem. Refrão que pega.
Ao som meio reggae e acelerando começa "Mr. Grieves". Boa música. Música que deu o nome ao álbum.
"Crackity Jones" é a próxima. Com palavras em espanhol, como outras músicas dessa banda, de outros álbuns.
A 10ª música, na minha opinião é simplesmente ótima. "La La Love You". Riffs muito bons, tanto na guitarra, baixo e batera. Com algo que parece uma conversa entre eles. E o assobio clássico.
"No. 13 Baby" é meio chato no inicio, mas o refrão é bom. A música fica boa na parte que o baixo fica mais alto.
"There Goes My Gun" tem um inicio chatinho, mas depois fica bom, Começa já no refão direto, que é bom. Na real a música é basicamente refrão e mais 3 frases.
"Hey" começa com a chamada "Hey" e o baixo bem pegado. Refrão básico, como quase todas as músicas, e com uma guitarra penetrando no teu ouvido. Um bom instrumental. Letra fala de um amor meio louco.
A penúltima música é "Silver". É a pior música do álbum. Parece algo que eu não consigo lembrar o nome. Ruim mesmo.
Mas a última música é muito boa. "Gauge away". Diferenciada. O refrão é lento e o resto da música é pesada, com guitarra. Ela sobre e baixa o volume. Muito inovador pra época. Fala também sobre um amor louco.

Resumindo a obra, está entre os 10 melhores álbuns de todos os tempos, na minha opinião. É a obra prima da música indie não só norte-americana, mas mundial. Revolucionou uma época e vai influenciar muitas mais gerações, enquanto durar o rock, ou seja, para sempre.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

A Californificação dos Californianos

Bom, era um dia qualquer do ano de 1999 quando eu vou na casa de um amigo meu e vejo um clipe onde aparecia uns caras loucos fazendo aventura num grafico de playstation 2. Mal sabia eu que aquele clipe iria revolucionar a minha vida, apartir daquele clipe eu descobri minha paixão pelo rock e por RED HOT CHILI PEPPERS.



Bom, no dia 8 de Junho de 1999 foi lançado mundialmente o sétimo album do Red Hot, esse album marcou pela volta de seu ex integrante,John Frusciante, na guitarra.
Mal sabia os peppers e nem o mundo que esse album entraria para história do rock, não só pela volta do genio John, mas sim pela ótima qualidade de musicas, riffs e letras marcantes que continha nessa incrivel obra.
Graças a uma incrível longevidade nos tops mundiais, este é o mais bem sucedido álbum da banda, tendo entrado em 3º no Billboard 200 e vendido cerca de 15 milhões de cópias em todo o mundo.
As musicas que mais marcaram esse album foi "Around the World", "Otherside", "Californication" e o premiado com Grammy "Scar Tissue".
Então curta ai em baixo o clipe que fez com que eu me tornasse essa pessoa que eu sou hoje.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O Lado Negro da Lua

Um raio de luz branco ia da esquerda para o centro da imagem, colidia com um triângulo (um prisma) e saia uma luz lenta (um arco-íris).
Imaginou essa imagem?

Essa foi a imagem que surgiu na cabeça de algum integrante do grupo Pink Floyd e decidiu colocar num álbum gravado em 1973 por eles.
Ta ok, não demonstrei a real importância desse álbum.

Vamos novamente, então.
Esse é simplesmente, para mim, o MELHOR ÁLBUM DA HISTÓRIA DA MÚSICA! O 3° mais vendido de todos os tempos. Estima-se que 1 em cada 14 pessoas com menos de 50 anos, nos EUA tenha uma cópia deste álbum.
Mas esse álbum vai além da questão econômica.

Vamos então a ele, propriamente dito.
Esse é um álbum, que eu poderia dizer que é uma grande música de 43 minutos dividida em 9 "sub-músicas". Tem como temas pressões da vida moderna, como: Tempo, dinheiro, loucura, morte, guerra.
Com muita coisa inovadora, e coisas que até hoje são exemplos, como: vozes dobradas, efeitos estranhos com eco, gravações em duas pistas das vozes e guitarras.
Esse álbum teve suas sementes em "Meddle", um álbum da banda lançado em 1971, que tinha como música base "Echoes" de 23 minutos e 29 segundos e a saída de Syd Barrett, antes mesmo dos anos 70.
O álbum tem muita ligação com "O Mágico de OZ", o que pra mim não faz muita diferença.
Outra novidade interessante foi trechos de entrevistas que a banda fez com pessoas sobre o cotidiano delas.

Vamos a set-list:
Começamos com: "Speak to Me/Breathe", uma boa música, no meio de um belo instrumental tem uma boa letra, assim começa a viagem;
Colado, sem notar mudança, vem "On the Run", 100% instrumental, como outras do álbum. Tem como ponto interessante o som do avião explodindo.
"Time/Breathe (Reprise)" começa com relógios despertando. A questão tempo do cotidiano sendo abordado. Muito bem cantada, com força, arrepiante. O corre-corre de uma época não tão diferente de hoje na questão agilidade. E na mesma música "Breathe" retorna.
"The Great Gig in the Sky" é calma, instrumental até o momento de aparecer algumas partes de entrevistas feitas e então Clare Torry faz uma bela participação vocal.
E daí começa o som de máquinas caça-níqueis, moedas e outras coisas remetentes a "Money". Um "single" muito bem vendido. Juntamente com "Time" e "Us and Them" foram muito bem aceitas em rádios. "Money", como o próprio nome diz, se trata de dinheiro. Uma coisa que faz parte da vida assim como a vida depende dele.
"Us and Them", a parte sobre a morte. Fala que todos somos iguais perante a morte. Uma música que começa calma e de uma pouca agitada.
"Any Colour You Like", instrumental e experimental. Arriscaria dizer que é a pior faixa do álbum.
Mas então vem o toque "Syd Barrett" no álbum. "Brain Damage" é a loucura do disco. "The lunatic is on the grass." diz David Gilmour na primeira frase da música. A música é ótima, da vontade de cantar junto.
E como se fosse a mesma música, continuação de "Brain Damage", vem o resumo da obra em uma única música: "Eclipse".

Mas uma única frase resume toda essa obra prima do rock. Frase dita no final da última música pelo porteiro do estúdio Abbey Road, o irlandês Jerry Driscoll, em uma entrevista: "there is no dark side of the moon really… matter of fact it is all dark".

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

(What's the Story) Morning Glory?

Segundo álbum da banda britânica Oasis, lançado em 2 de outubro de 1995. Isso você já sabia. Vamos ao que é novidade, ou pelo menos ao que eu acho que seja. Esse álbum foi lançado no auge do britpop. Nesse período da história do rock duas bandas "lutavam" para ver qual era a "melhor". Parece estórinha, mas não, é real. E tudo começou quando a outra banda, Blur, que é considerado (na real é) os "inimigos" da banda Oasis, lançaram, junto com o Oasis, um compacto do que seria os próximos álbuns das bandas. Compactos assim chamados de "Country House" (Blur) e "Roll with it" (Oasis). Nesse embate, chamado de "A batalha do Britpop", foi o Blur que venceu.

Porém, o que viria iria mostrar ao mundo verdadeiros hinos. Veio os álbuns, então, dessas duas bandas: The Great Escape, Blur, e o então (What's the Story) Morning Glory?, do Oasis.



-Breve história sobre o nome: What's the story era usado muito da Irlanda e era algo tipo: "como vai você?", e as pessoas respondiam: Morning Glory. -

E a capa é uma obra! É uma foto da rua Berwick, em Londres.

Bem, voltando aos hinos, ou melhor, ao álbum em questão, ele veio para coroar o Oasis. Normalmente o segundo álbum é o que diz se a banda veio mesmo pra ficar ou não, e esse disse que ela veio pra marcar a história.

Com musicas mais "comuns" (como se tivesse musicas comuns nesse álbum) como: Untitled, só consegui achar essa de meia boca no álbum.

O disco começa com "Hello", ou melhor, com uma palhinha do que seria o então estouro da banda. Depois sim vem a música mesmo.
Temos logo após "Roll with It", que foi calculado pelos Gallagher como o principal hit do álbum, mas eles sabiam que esse não chegaria nem perto do real hit.
O real hit é a terceira música: "Wonderwall". Hit supremo. O que fez marcar a banda para sempre, sem discussão. Não importa se você é um daqueles fãs que acham que essa é uma baladinha totalmente pop e fora do que é a banda.
Depois temos o que na minha opinião é DEMAIS. "Don't look back in anger". Com um início no piano baseado em "Imagine", de mestre Lenon.
"Hey Now" é a próxima. Muito boa na minha opinião, ótimo som, sem muito o que falar, só ouvindo pra entender.
"Some might say" vem logo após a "Untitled". Ficou em primeiro nas paradas do Reino Unido por 27 semanas. Vários riffs, solo legal, refão pegado.
"Cast no Shadow" é a calma do disco, mas mesmo assim não fica pra trás.
"She's Eletric" eu me arriscaria a dizer que é a pior do álbum. Atrás dos "Untitled". Mas já vi bandas onde o hit é muito pior que essa música.
Logo em seguida vem a música que da nome ao álbum. "(What's the Story) Morning Glory?". Inicio chato, tenho que adimitir, mas baita música. Refrão pegado e cheio de riffs.
E depois do último "Untitled" vem a última, mas não menos importante, música. "Champagne Supernova". Um início calmo. Boas viradas. Riffs bons. Solos. 7 minutos e meio de alternações. Muito boa também.

O disco alcançou 4,600,000 vendas nos EUA e 4,400,000 no Reino Unido. Segundo álbum de estúdio mais vendido da Inglaterra. Perde só para o clássico Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band dos Beatles.